segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Palácio da Cidade em Jaipur

Esta cidade, é a actual capital do estado do Rajastão, conhecido pelos magnificos palácios e fortes, bem como pelos coloridos festivais e bazares onde os tecidos de óptima qualidade predominam. A construção de Jaipur ou "Pink City", assim chamada devido à cor avermelhada dos seus edifícios, deve-se a Sawai Jai Singh II, um homem que era tido como um brilhante estudioso e patrono das artes.


No coração desta cidade, o Palácio da Cidade tem sido a sede da casa real de Jaipur, desde a primeira metade do século XVIII. Em baixo encontram-se ilustradas Mubarak Mahal, um palácio de arenito onde tem lugar o museu do Marajá Sawai Man Singh II, com pinturas, manuscritos, tapetes mongóis, instrumentos musicais, trajes reais bordados a ouro e armas.





 Rajendra Pol, ilustrada na figura abaixo, é uma porta trabalhada a caminho dos aposentos reais particulares, flanqueada por dois elefantes de mármore, ambos esculpidos a partir de blocos únicos.



Em Diwan-i-Khas, numa praça agora toda ela em tons rosa, encontram-se as duas urnas gigantes de prata, que são referidas no Guinness como os maiores objectos de prata do mundo, tendo sido nelas que se transportou a água sagrada do rio Ganges durante a visita do príncipe de Jaipur a Londres no princípio do século XX.






Atravessando Riddhi-Siddhi Pol, uma outra passagem com a arquitectura típica de Jaipur e que nos faz lembrar dos desenhos animados de Aladino, um indiano do Rajastão, entramos na praça Pritam Chowk, chamada a “corte dos amantes”, com quatro portas delicadamente pintadas, representando as quatro estações do ano, estando em baixo um pormenor de uma delas.











Desta praça é possível contemplar o soberbo Chandra Mahal, o palácio real, inacessível a turistas, e onde ainda hoje é tida como a morada oficial no príncipe de Jaipur. Ainda acerca deste palácio, sabe-se que cada um dos andares encontra-se excentricamente decorado, possuindo cada um deles um nome específico de acordo com a sua função. 



 Bem típico e como não podia deixar de ser, à saída do complexo,um encantador de serpentes tentava angariar rupias, euros ou dólares dos turistas deslumbrados com a beleza magnífica da fusão da arquitectura rajpute e mongol.


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